Francine
“Quando eu cheguei no shopping, a última reunião tinha 11 lojistas. Hoje, de maneira orgânica, é uma sala com 166 pessoas.”
Muito além de uma palestra: diagnóstico, evento, acompanhamento e um clube de benefícios para cada lojista do seu empreendimento.
Esse é o momento que não se combina com ninguém. Shopping a shopping, a reação no encerramento é a mesma, e ela não vem do palco: vem do lojista se reconhecendo no que acabou de ouvir.
É por isso que o gestor consegue chamar o mesmo público para o próximo evento sem precisar bater de porta em porta.
O que o shopping contrata é um projeto de engajamento com quatro entregas, e o lojista continua com a gente depois que a sala esvazia.
Antes do evento, mapeamos loja por loja o potencial que está parado em cada operação. O shopping recebe o retrato real da praça, não uma impressão.
Uma versão para lojistas e lideranças, outra para a equipe de vendas. Conteúdo aplicável no primeiro atendimento seguinte, não motivação que passa no estacionamento.
O que impede o conteúdo de morrer na saída da sala. Sem essa etapa, todo evento vira lembrança boa e resultado nenhum.
Cada lojista sai do evento com acesso à plataforma, oferecido pela administração. Treinamento contínuo, sem custo para ele e sem operação para você.
Lojista engajado deixa de ser problema e vira parceiro. Ele responde a circular, aparece na reunião, entra nas campanhas e cobra menos e colabora mais. A diferença aparece no seu dia, não só no relatório.
Conhecer o Clube →Somos Reinaldo e Jéssica Lopes. Antes de subirmos em qualquer palco, estivemos do outro lado do balcão. A Jéssica começou como vendedora e passou por gerente e supervisora de loja. O Reinaldo veio da gestão e hoje assina Os Pontos Cegos do Varejo.
Nenhum método que a gente ensina nasceu em sala de aula. Todos foram construídos dentro de loja, com o lojista e a equipe dele, em mais de 7.000 visitas presenciais e 4.000 diagnósticos aplicados.
Foi assim que chegamos a uma conclusão incômoda: mais de 75% do faturamento possível é desperdiçado em venda passiva — gente esperando o cliente entrar. O seu time diz a mesma coisa o ano inteiro e não é ouvido. Não é falta de razão: é o lugar de quem fala.
Presencialmente, dentro da loja, com o lojista e a equipe dele.
A base que mostra onde está o desperdício, operação por operação.
De norte a sul do país, shopping a shopping, sempre a mesma conversa.
Superintendentes, gerentes de marketing, lojistas e vendedores contando o que mudou depois do projeto.
“Quando eu cheguei no shopping, a última reunião tinha 11 lojistas. Hoje, de maneira orgânica, é uma sala com 166 pessoas.”
“Eu falo com o lojista o ano inteiro e parece que entra por aqui e sai por ali. Você sobe no palco e dá o mesmo recado — e ele leva.”
Lojistas e vendedores aplicam uma técnica no primeiro atendimento seguinte e mandam o comprovante sem ninguém pedir.
Conte em que ponto está o engajamento da sua praça e mandamos o material que faz sentido para o seu momento. Sem apresentação de 40 slides.